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Diogo Infante: “Quero que seja público. Adoptei uma criança”

Pela primeira vez, Diogo Infante falou à imprensa sobre a criança que adoptou. No Verão do ano passado tinha já sido noticiado nas revistas do social que o então director do Teatro Nacional Dona Maria II tinha adoptado uma criança de 8 anos.

Na edição deste Sábado da Revista do semanário Expresso, o actor e encenador, que tem 44 anos, falou pela primeira vez sobre Filipe e o processo de adopção. "Podia não dizê-lo agora, podia dizê-lo noutra altura. Escolhi este momento e esta entrevista porque quero que seja público e com dignidade. Adoptei uma criança. Tive um filho. Tenho um filho", declarou Diogo Infante, a propósito do filho que tem agora 9 anos. "Tem sido uma dávida maravilhosa exercer a paternidade na sua plenitude com tudo o que isso pressupõe e, por outro, tem sido o redefinir das prioridades. Olhar para o mundo e para mim e pensar que tudo mudou", prossegue na mesma entrevista.

A propósito da experiência da parentalidade refere: "Não consigo expressar sem me emocionar o quanto ele me dá a mais do que eu lhe dou. Todos os pais dizem isto, eu sei, mas é preciso vivê-lo para o sentir na pele. Sinto-me muito abençoado".

 

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2 comentários

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    nelson camacho 17.05.2013 19:09

    Minha amiga Ana se assim o permite, mas depreendo que todos os que vêm a este blogue serão amigos na medida em que por este ou outra razão tentam lutar por algo que acham certo independentemente da sua orientação sexual.
    1. Ponto - Quando alguém fala de “tendência sexual” não só é ignorante como a sua vida sexual não está bem resolvida. Gostei da sua resposta.
    2. Ponto – Em princípio todos os gays são filhos de casais hetro, aliás, de outra maneira não podia ser. Incluindo as barrigas de alugue e outras formas.
    3. Ponto – Quanto aos gays se assumirem, isso é outra conversa que levaria muito além e não é aqui o local certo. Nada tenho a ver com isso. Posso dar os meus parabéns a que o divulga, no entanto não acho necessário. Eu sei que o amor é muito difícil, mas nem um heterossexual anda dizendo a todo o mundo que o é assim como uma puta (agora designada por “trabalhadora do sexo”) o anda a divulgar.
    4. Ponto – Sendo a homossexualidade, uma variante da prática do sexo essa só interessa a dois, pois como dizia a minha avó “Na cama não há programa” seja hetro, bi ou gay.
    5. Ponto – Tal como por força de questões económicas há quem tenha dois empregos diversificados também acho que no campo da sexualidade todos têm o direito de escolher a sua forma de estar na vida.
    6. Ponto – Conheço muitos bissexuais e homossexuais, alguns sempre foram outros descobriram esses prazeres mais tarde e são pessoas dignas e capazes na sociedade.
    7. Estou-me nas tintas se são ou não isto ou aquilo tenho respeito por todos da mesma maneira assim como espero que todos tenham por mim derivado às minhas opiniões.
    8. Se são diferentes, Não tenham medo de o ser. A vida é curta de mais para nos chatearmos.
    9. Agora aquela de “tendência” faz-me rir.
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