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Nem na mata se encontram histórias assim

GRIT no Porto para debater a memória de Gisberta e a discriminação múltipla

 

 

Este Sábado, o GRIT (Grupo de Reflexão e Intervenção sobre Transexualidade) e o projecto "Porto Arco-Íris" ambos da ILGA Portugal, irão debater a morte de Gisberta Salce Júnior numa tertúlia que terá lugar no espaço cultural Cadeira de Van Gogh, Rua do Morgado Mateus, n.º 41 no Porto a partir das 15h30.

 

"Completámos no passado dia 22 de Fevereiro sete anos desde que Gisberta Salce Júnior, mulher transexual, brasileira, imigrante ilegal, prostituta, sem abrigo, toxicodependente, seropositiva e doente de hepatite, foi encontrada morta num prédio abandonado da cidade do Porto. Gisberta foi vítima de um brutal assassinato levado a cabo por um grupo de adolescentes institucionalizados que a agrediram, torturaram e abusaram durante três dias, para depois a atirar a um poço onde acabou por sucumbir à morte. No entanto o Tribunal de Menores do Porto não reconheceu o crime de que foi vítima como um homicídio nem atribuiu a sua motivação ao ódio e à transfobia", pode ler-se na convocatória. Apesar de já existir uma lei de identidade de género, podemos já dizer que as pessoas transexuais têm acesso a uma cidadania plena? Até que ponto a discriminação em Portugal é hoje menor em relação às pessoas transexuais - e ainda mais quando estas acumulam e sobrepõem outras situações de vulnerabilidade social? O encontro pretende analisar estas questões.

3 comentários

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    Diogo Vieira da Silva 17.03.2013 22:37

    Sectarismo mesquinho é desnecessário Sérgio.
  • Sem imagem de perfil

    Sérgio Vitorino 18.03.2013 14:19

    Absolutamente de acordo, mas é na prática política que se verifica de onde ele vem. A esse propósito, questiono-me se a associação CASA já é capaz de trabalhar com qualquer outra associação lgbt no Porto. Já a memória e o facto histórico, esses, não se podem reescrever, mesmo quando são inconvenientes, Diogo.
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