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A história de Cazuza sobe ao palco (com vídeos)

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A peça “A Cara da Morte Estava Viva”, criação do Teatro Experimental do Porto sobre o músico brasileiro Cazuza, estreia-se esta sexta-feira no Teatro Municipal de Matosinhos-Constantino Nery.

Criada e interpretada por João Miguel Mota, e com apoio dramatúrgico de Raquel S., a peça assenta “num esquema de concerto”, disse à Lusa o seu autor, que refere que “há uns 15 anos” que queria desenvolver este projecto. A peça parte de Cazuza para falar de uma “geração perdida” de artistas na luta contra a sida, nos anos 1980.

“Torna-se um espectáculo pessoal, porque parte de um gosto muito forte pela música do Cazuza, e depois alarga-se a autores também apanhados pela epidemia. Eu dou um contributo enquanto João, agora no século XXI, e muitas histórias também vêm do meu imaginário e da minha realidade”, explicou à Lusa João Miguel Mota. A peça invoca também nomes como Allen Ginsberg, o poeta da “beat generation” que morreu em 1997, ou Keith Haring, o graffiter que morreu em 1990, entre outros artistas. 

O espectáculo, que poderá vir a ter mais datas, sobe ao Constantino Nery pelas 21h30 de sexta-feira e sábado, marcando o arranque da rentrée do Teatro Municipal de Matosinhos.

Agenor de Miranda Araújo Neto, popularmente conhecido como Cazuza, foi vocalista e principal letrista da banda Barão Vermelho e depois teve uma carreira a solo. Em entrevistas afirmou-se como bissexual. Em 1989 revelou ser seropositivo. Viria a morrer no ano a seguir, no Rio de Janeiro, aos 32 anos.

Foto: Francisco Teixeira

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