Saltar para: Post [1], Comentar [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Dezanove
A Saber

As notícias de Portugal e do Mundo

A Fazer

Boas ideias para dentro e fora de casa

A Cuidar

As melhores dicas para uma vida ‘cool’ e saudável

A Ver

As imagens e os vídeos do momento

Praia 19

Nem na mata se encontram histórias assim

Assexuais no centro do anúncio de marca de colchões espanhola (com vídeo)

assexuais flex colchões.jpg

Uma marca espanhola de colchões lançou um novo spot onde assexuais assumidos são os protagonistas.

 

A Flex colocou hoje no mercado espanhol uma campanha que pisca o olho a todos aqueles que se consideram assexuais, isto é, pessoas que não sentem interesse por ter sexo ou atracção sexual por outras pessoas.

A empresa, líder no sector do descanso do outro lado da fronteira, quer transmitir a ideia que, na cama, cada um pode fazer ou não fazer o que deseja. Para fazer o anúncio, a Flex recorreu a quatro assexuais conhecidos em Espanha: Javier León, de Lugo, e autor do livro “Asexualidad: ¿se puede vivir sin sexo?”; Lucía Lietsi, de Gijón, autora de “Diario de una asexual”; Miriam Herrera e Pablo Ortiz, de Salamanca e Barcelona, respectivamente. Todos, num spot que dura cerca de um minuto, contam na primeira pessoa por que não estão interessados em sexo e preferem utilizar a cama para fazer outras coisas, o que se traduz numa relação de liberdade com a cama, numa sociedade em que muitas vezes se pressupõe que o sexo é uma das principais prioridades das pessoas.

Segundo a publicação norte-americana Medical Daily existem mais de 70 milhões de pessoas assexuais no mundo.

 

2 comentários

  • Sem imagem de perfil

    anônimo 19.10.2016 02:31

    Olha, sinto muito, mas assexualidade, goys, poliamor e afins existem sim. Existem muitas pessoas que se identificam dessa maneira, e uma em cada 100 pessoas é assexual, inclusive eu. E posso dizer, de primeira mão, que é muito ruim ouvir ou ler alguém dizer que não acredita que você existe. Eu existo, eu respiro, eu choro, rio e sangro, assim como você também chora, ri e sangra. Tenho em minhas veias sangue do mesmo vermelho que o seu, e por isso é tão injusto você dizer que refuta minha existência. É um insulto de proporções tremendas, por que, ainda que não perceba, quando você diz que eu não existo, você está me rebaixando a um nada, um fruto da imaginação coletiva. Como você se sentiria em meu lugar? Como se sentiria se eu dissesse que não existem mulheres e que todas as pessoas são homens? No mínimo, você iria se incomodar.
  • Comentar:

    Mais

    Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.

    Este blog tem comentários moderados.

    Este blog optou por gravar os IPs de quem comenta os seus posts.