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Cristina Ferreira: "Em alguns locais [a capa] foi tapada ou escondida para 'não ferir susceptibilidades dos clientes'"

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As capas da revista Cristina foram o assunto dominante em Portugal nas últimas 24 horas. Cristina Ferreira explica ao dezanove.pt o que a motivou a avançar com a publicação destas capas agora.

 

Milhares de partilhas e comentários nas redes sociais, a presença da apresentadora no principal serviço noticioso da TVI, várias notícias e artigos em blogues e, claro, duas capas que entram para a história em Portugal. Mas nem tudo são rosas entre os milhares de elogios e aplausos pela iniciativa que combate a invisibilidade, o silêncio e o medo das pessoas LGBTI. Online jorraram também comentários homofóbicos e lesbofóbicos.

One Woman Show

 

One Woman Show

O perfil da revista Cristina no Facebook publicou entretanto esta mensagem:

Numa declaração exclusiva concedida esta sexta-feira ao dezanove.pt a directora da revista explica:

“A Cristina tem como objectivo, desde o primeiro número, provocar a discussão através de temas fracturantes e partilha de histórias reais. Sabíamos que as capas desta edição iriam gerar diversos comentários e que poderiam ser uma amostra do nível de preconceito existente no país. Celebra-se na edição de Junho o amor e o respeito. Apenas isso. O mais curioso é saber que, até nas bancas onde ela está disponível, em alguns locais foi tapada ou escondida para "não ferir susceptibilidades dos clientes." O que prova o muito que há a fazer."

No próprio site da revista, a equipa da publicação admite: “Cientes da probabilidade de existirem alguns comentários menos felizes, a equipa Cristina soube, desde logo, o quão importantes estas capas poderiam ser, ao tornarem vidas mais felizes e vividas em liberdade. Este é assunto que ainda é tabu. Há quem diga que é mais fácil aceitar a manifestação de amor entre duas mulheres, do que entre dois homens. Afinal, o que é que choca mais? A Cristina lança hoje a campanha contra o preconceito, que poderá encontrar em diversas ruas do país.” Os responsáveis pela publicação convidam os leitores a escolher a capa preferida online ou em qualquer TOMI, em várias localidades do país.

Nas capas da revista que chegou às bancas esta sexta-feira é possível ver os casais Ricardo e Bruno e também Kateryna e Susana (que formam a dupla de DJs Bonnie and Clyde).

 

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4 comentários

  • Sem imagem de perfil

    Anónimo 08.07.2017 23:24

    É o centésimo comentário que leio a dizer isso. Eu acho essa crítica ao vídeo justa mas não é preciso estar sempre a bater no ceguinho.
  • Sem imagem de perfil

    João Pena 10.07.2017 16:48

    Pois mas o vídeo fez os LGBT baixarem a guarda e acharem que já podiam andar à vontade de mãos dadas e o que é certo é que as agressões aumentaram muito nos últimos tempos. Se tem alguma relação com o vídeo não sei mas posso
    achar que sim dando uma imagem errada da realidade...
  • Sem imagem de perfil

    Pedro Janes 11.07.2017 20:44

    Eu ainda não percebi muito bem qual é o objetivo de estar sempre com a mesma cantiga do tal vídeo falso que fez a comunidade lgbt portuguesa baixar a guarda e mais não sei o quê, mas estou a desconfiar que estamos perante um problema de lusofobia e de ataques insidiosos à imagem, ao bom nome e reputação deste país perante o estrangeiro.

    1º) Se alguma coisa o tal vídeo demonstrou foi que, em Portugal, os homofóbicos só se atrevem a atacar pessoal lgbt com menos de 1,80 m. E mesmo assim… quando estão sozinhos ou isolados (ver o relato de MP e Bárbara, em que o energúmeno esperou que uma delas se fosse embora para poder ameaçar a outra) ou demasiado enfraquecidos para se defenderem (ver o caso Gisberta).

    2º) Até posso conceder que um ou outro lgbt estrangeiro, mais atoleimado, tenha ficado convencido que este país é um paraíso lgbt, depois de ver o tal vídeo. Mas custa-me a acreditar que o pessoal lgbt nado, criado ou que viva em Portugal tenha ido todo para a rua abraçar-se e beijar-se, depois de ver o tal vídeo.
    Se amanhã aparecer alguém na Rússia (ou noutro país qualquer) a colocar um vídeo, no Youtube, propalando que a Rússia é um paraíso lgbt toda a comunidade lgbt russa é subitamente atacada de imbecilidade e desata a correr desenfreada para as ruas aos abraços e aos beijos?
    Ou será que a ideia, de estar sempre com esta ladainha, é demonstrar que a comunidade lgbt portuguesa é toda tão estúpida que rege a sua vida pelo que vê no Youtube? Isto para não falar daquela parte da comunidade lgbt portuguesa que nem sequer sabe quem é o 1º ministro do seu país…
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