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Festival Internacional de Transformismo do Porto chega em Janeiro

 Transformismo Porto.png

A cidade Invicta acolhe no próximo mês de Janeiro o “Festival Internacional de Transformismo do Porto”.

A organização abriu candidaturas para todos os interessados em participar no evento. Podes enviar a tua inscrição com os seguintes elementos: 

- Nome artístico e cidade de residência;
- Fotos da personagem de rosto e corpo totalmente produzido;
- Alguns vídeos dos shows (Youtube ou Vimeo, preferencialmente);
- Informações pertinentes e relevantes que levem a organização a seleccionar a candidatura.

Transformismo Festival Porto.jpg

Serão aceites candidaturas de artistas de todo o país e também da Europa, independentemente dos anos de carreira.

Esta é a segunda edição do certame, que se realizou pela primeira vez no passado mês de Junho no Café Lusitano. Essa “edição piloto” teve como objectivo mostrar o potencial do transformismo em Portugal. Além de grandes nomes do Porto e Lisboa, a primeira edição deu destaque a artistas mais recentes que pretendem vingar na arte do transformismo. Yra Top, Agatha Top, Natasha Semmynova, Luna ou Ramona Pink Floyd foram alguns dos nomes que marcaram presença na edição de Junho passado. 

A organização do evento fica a cargo de Mário Carvalho (proprietário do Café Lusitano) e de Natasha Semmynova (concorrente do programa The Voice), que também apresentará todo o festival.

Para mais informações e envio de candidaturas visita a página oficial do festival no Facebook

 

Carlos Maia

3 comentários

  • Sem imagem de perfil

    Anónimo 14.11.2015 15:52

    Não é comunidade gay, mas sim comunidade LGBT+. E @s transformistas fazem parte da comunidade LGBT+. Deal with it, bigot.
  • Sem imagem de perfil

    Anónimo 15.11.2015 14:24

    "Não é comunidade gay, mas sim comunidade LGBT+"???

    Quem és tu para me incluir na comunidade LGBT+?
    Sou um homem gay que se sente bem por ser homem, não sou mulher nem lésbica e tão pouco transexual ou o resto das palermices que estão incluidas no "+". E nem me identifico com activismos nem com os pouquissimos bares que ainda têm "shows" de transformismo. Deste tipo de gente, quero distância e o que não falta em Lisboa são bares e discotecas cujos donos nem querem ouvir falar de transformismo.

    Eu pertenço à comunidade gay, não à comunidade LGBT+. Era o que faltava, alguém me catalogar em comunidades que nada têm a ver comigo.





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