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Jogador chamou "maricón" a Cristiano Ronaldo. CR7 retorquiu: “Maricón, mas com dinheiro”

cristiano ronaldo CR7 maricon.jpg

Este Sábado durante o dérbi da liga espanhola Atlético de Madrid–Real Madrid, o jogador português terá sido chamado de “maricón” por Koke, futebolista do clube rival.

A imprensa mostra imagens dos jogadores a encostaram as cabeças e a trocarem palavras pouco amistosas. Segundo a rádio Cope, Cristiano Ronaldo terá falado do incidente no balneário: “Ele disse-me que eu era maricas. Respondi-lhe que sim, que era maricas, mas com muito dinheiro, Cabrón!”

Esta não é a primeira vez que são dirigidos este tipo de insultos a Cristiano Ronaldo. Em Abril várias associações LGBT espanholas apresentaram uma queixa no Observatório Espanhol contra a LGBTfobia

A associação espanhola de defesa dos direitos LGBTI Arcópoli exigiu uma investigação face a estes alegados insultos homofóbicos ao futebolista português. Yago Blando, coordenador da Arcopóli, reclama: ”maior envolvimento dos clubes, da LFP (Liga de Futebol Profissional) e da RFEF (Real Federação Espanhola de Futebol) para acabar com a situação de impunidade face à homofobia existente nos relvados e que leva a que este desporto continue a ser um dos espaços menos seguros para quem não seja heterossexual ou não seja percepcionado como tal, perante o silêncio de todos, instituições e colegas. Também quero transmitir todo o apoio por parte da Arcópoli a Cristiano Ronaldo, pela sua valentia ao contar o sucedido à sua equipa e acabar com o silêncio perante a homofobia”.

Cristiano Ronaldo regressa esta terça-feira a Portugal para defrontar o seu antigo clube, no Estádio de Alvalade, numa partida a contar para a Liga dos Campeões. 

4 comentários

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    Anónimo 23.11.2016 03:11

    Não percebi o seu comentário.
  • Sem imagem de perfil

    Anónimo 25.11.2016 13:09

    Traduzo e sintetizo para "Anónimo" o meu comentário: todo o "heterossexual" que comenta ressentidamente e agressivamente a sexualidade de outro homem (seja ou não este homem comentado, de facto, homossexual) é um "heterossexual" que vive mal com a sua sexualidade. O seu ressentimento e a sua atenção para com outro homem é revelador de uma orientação sexual latente, mas não auto-aceite pelo mesmo. Daí as aspas. É um heterossexual com aspas. Estará mais claro assim?
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    Anónimo 25.11.2016 19:22

    A sua explicação está clara mas errada. Não, os heterossexuais homofóbicos não são "gays enrustidos". Os pais homofóbicos que batem nos filhos homossexuais e/ou os expulsam de casa não são "gays enrustidos". O terrorista de Orlando não era "gay enrustido". O vice-eleito dos EUA, Mike Pence, não é "gay enrustido". Por isso não, o problema não está nos "gays enrustidos" mas sim nos heteros homofóbicos. Sugerir que homofobia é coisa de "gay enrustido" tira a responsabilidade às pessoas heterossexuais, sendo assim uma atitude homofóbica e baseada em victim-blaming.
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