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Júlia Mendes Pereira poderá vir a ser a primeira deputada transexual eleita em Portugal

Júlia Mendes Pereira - Bloco de Esquerda - API -

Júlia Mendes Pereira pode estar a caminho do Parlamento pelo Bloco de Esquerda (BE).

O currículo é invejável: feminista, activista dos direitos das pessoas transexuais e intersexo, co-fundadora e co-directora da associação API - Ação Pela Identidade, organização não-governamental para a defesa e o estudo da diversidade de género e de características sexuais, é membro do Steering Committee da TGEU – Transgender Europe, organização europeia de defesa dos direitos das pessoas trans, foi também coordenadora do GRIT – Grupo de Reflexão e Intervenção sobre Transexualidade da associação ILGA Portugal.

Este Domingo ficaram definidas pela Mesa Nacional as listas completas dos candidatos do BE, com mais mulheres, mais jovens e mais independentes. Segundo o Jornal de Notícias, Júlia Pereira aparece lugar elegível pelo círculo de Setúbal. A lista é encabeçada por Joana Mortágua, irmã gémea de Mariana Mortágua. Nas últimas eleições, em 2011, o BE conseguiu eleger apenas um deputado por Setúbal, sendo que nas Legislativas de 2009 elegeu dois. A apresentação da lista será hoje no Largo Dr. Francisco Soveral (Largo da Ribeira Velha), em Setúbal, pelas 17h30 e para além da cabeça de lista, Catarina Martins e Fernando Rosas marcarão presença.

Júlia torna-se assim a primeira mulher transexual a candidatar-se à Assembleia da República e a poder vir a ser deputada. 

As Eleições Legislativas realizam-se a 4 de Outubro.

 

Luís Veríssimo

3 comentários

  • Sem imagem de perfil

    João 02.08.2015 08:13

    A Júlia não é uma pessoa arrogante. É uma pessoa como qualquer outra. Como é óbvio não anda todos os dias sorridente, nem tem de andar. Já pararam para pensar um minuto na história de vida dela? Aliás, há algum deputado que seja conhecido por ser extrovertido? Pois.
    Aqui o que interessa é o trabalho dela e a visibilidade que vai dar às matérias trans. E sim, ela é muito precisa. Se fôssemos só a contar com o PS estavamos bem arranjados. Um partido que aprova leis pela metade e agora nos tem metidos numa situação ridícula - o único país com casamento mas sem adopção.
  • Sem imagem de perfil

    Sérgio 22.11.2015 02:55

    Infelizmente, tenho a dizer que sim, ela é arrogante (e talvez até facciosa, conflituosa e "presa" a uma agenda política). Testemunhei isso in loco, numa situação bastante constrangedora. Ela não é, de todo, uma boa representante do movimento T e muito menos uma pessoa responsável para assumir cargos políticos, pois não mostrou respeito (infelizmente, falta de respeito é o que não falta na AR...). A situação que testemunhei só me levou a concluir que tanto ela, como pessoas próximas, se autoexcluem em vez de se integrarem. Da mesma forma que prezo os hetero que lutam ou simplesmente apoiam a causa homo/bi, acho que é importante o apoio dos homo/bi cis à causa trans. Pois para ela pareceu-me que já não.
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    CorretorMais

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