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Madeira quer ser destino gay friendly e apoia criação de centro comunitário

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A Madeira quer ser um destino turístico gay friendly na área do turismo. O governo regional vai assinar esta semana protocolos com associações LGBTI que prometem transformar a região autónoma.

O vice-presidente do Governo Regional, Pedro Calado, vai assinar esta semana protocolos de cooperação com três associações: a International Gay & Lesbian Travel Association (IGLTA), a Opus Gay e a rede ex aequo. 

O acordo com a rede IGLTA “tem em vista incluir a Madeira no roteiro turístico internacional, levando a Madeira a nichos de mercados, a nível mundial, onde a região é vista como um destino acolhedor”, disse Pedro Calado à agência Lusa, revelando que o líder da IGLTA, “dono de uma cadeia hoteleira, já anunciou o primeiro investimento na Madeira, de um hotel”. Essa unidade hoteleira ficará situada no centro do Funchal e terá capacidade para 88 quartos.

Já em relação à Opus Gay e à rede ex aequo o governo regional reconhece o papel que podem representar na construção da Madeira como destino gay friendly. “A Opus Gay é uma organização cívica de carácter social criada para promover a solidariedade entre todos os membros da comunidade LGBT portuguesa, ultrapassando fronteiras políticas, geográficas, sociais ou etárias, com 100 associados, e a rede ex aequo, que conta com 780 associados, tem como objectivo trabalhar no apoio à juventude lésbica, gay, bissexual, trans ou intersexo e na informação social relativamente às questões da orientação sexual e identidade e expressão de género”, lê-se na resolução Resolução n.º 23/2019.

De acordo com o Jornal da Madeira, o governo regional quer apoiar a criação de um centro comunitário LGBTI na ilha da Madeira, com várias valências. Recorde-se que o Funchal tem acolhido, há dois anos consecutivos, uma Marcha do Orgulho.

 

Foto: Marcha do Orgulho LGBTI do Funchal (2018)

 

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