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Maioria quer marcas, empresas e trabalhadores nas Marchas do Orgulho LGBTI

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A presença de marcas e empresas foi muito debatida na última marcha do Orgulho LGBT de Lisboa, após um grupo de trabalhadores do banco BNP Paribas ter estado na marcha envergando t-shirts alusivas à instituição bancária. O debate dividiu as organizações LGBT.

No dezanove quisemos saber o que pensam os leitores a propósito do tema. À questão “Concordas com a presença de marcas, empresas e dos seus trabalhadores, identificados como tal, na Marcha do Orgulho LGBT” a maioria dos leitores (77 por cento) respondeu Sim. Apenas 23 por cento não pretende ver a iniciativa que celebra o orgulho LGBT associada de forma visível a empresas, marcas e trabalhadores das mesmas.
Uma semana depois da Marcha, no Arraial Pride, várias empresas voltaram a marcar presença no evento da associação ILGA Portugal e que integra as Festas da Cidade de Lisboa. Coca-Cola, Vodafone, JPVA, Mytaxi e Playstation foram algumas das presenças notadas.
O inquérito esteve a decorrer no site www.dezanove.pt entre 20 de Junho e 5 de Julho e recolheu 412 participações.

 

Foto de Horta do Rosário. Pride de Londres 2016

 

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2 comentários

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    Anónimo 13.07.2017 08:46

    É que tem absolutamente nada a ver. Isso é mau perder...
    Trabalhadores somos quase todos. Se um grupo decide participar informando nas suas t-shirts que faz parte do grupo LGBT da empresa X, não havia de poder participar porquê? Porque o Bloco de Esquerda não quer...? Porque o PCP não quer...? O que não fazia sentido era perguntar se as pessoas são "favoráveis à presença de trabalhadores mas não de marcas comerciais". Era ridículo.
    Basta ler os comentários aqui e nos posts no Facebook para perceber e concluir que nem era preciso inquérito e as pessoas LGBT não querem politizar a marcha e querem empresas e os seus trabalhadores a participar.

    E se me der na mona, para o ano junto uma resma de pessoas e vamos com t-shirts da empresa onde trabalhamos e nem sequer informamos que vamos participar. Era o que faltava que numa democracia não o pudéssemos fazer. Ainda não perceberam que não podem impedir.
    E se tiver mesmo para aí virado, ainda acrescento nas t-shirts que somos o grupo LGBT do partido X na empresa Y.
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