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Manuela Moura Guedes diz que intersexo é uma “tolice”. ILGA apresenta queixa na ERC (com vídeo)

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As declarações de Manuela Moura Guedes na rubrica “A Procuradora” no Jornal da Noite da SIC Notícias levaram a ILGA Portugal a apresentar uma queixa junto da Entidade Reguladora para a Comunicação Social.

“Tendo em conta a gravidade das mesmas, será solicitado o direito de resposta e esperamos também um pedido de desculpas público da parte deste canal televisivo, dirigido a todas as pessoas LGBTI e às suas famílias”, justificou a associação em nota publicada no Facebook.

A dada altura do comentário desta segunda-feira, Manuela Moura Guedes refere, a propósito da questão da acção de formação da associação rede ex aequo, criticada por um deputado do PSD: “Quero chamar a atenção: foi uma associação, a ex aequo, que foi à escola do Barreiro falar. É uma associaçao LGBTI. Não concordo que seja uma associação.(...) para quê serem associações de fora? Porque são activistas. Porque não os professores? A igualdade de género é tão simples como explicar que as pessoas são todas iguais”. Moura Guedes também questiona a sigla LGBTI: "O I é a ideologia, é intersexo". "Intersexo é o tal it, não sabes, tu não és definido biologicamente, tu és aquilo que tu quiseres ser. É uma construção social que é uma tolice", defendeu.

Na mesma nota, a ILGA defendeu o trabalho das associações LGBTI nas escolas: “Este trabalho não se faz só com reuniões parlamentares para alterar as leis. Este trabalho implica o diálogo constante com a sociedade civil. Na ausência de mecanismos governamentais para que tal aconteça, cabe grandemente a estas associações substituírem-se ao Estado numa responsabilidade que é de tod@s: o apoio às muitas vítimas da homofobia e da transfobia e a garantia de que as pessoas LGBTI podem viver em igualdade, protegidas da violência e do insulto, longe do isolamento, do silêncio e da vergonha. Descredibilizar esta acção e promover a desinformação e a fuga à verdade – ainda mais sem o devido contraponto - num programa informativo de âmbito nacional e de grande alcance é colocar em causa longos anos de conquistas pela igualdade no nosso país, numa clara contradição dos princípios que regem a actividade jornalística”. Vídeo completo com a intervenção de Manuela Moura Guedes aqui. 

 

 

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