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Novo guia para turistas LGBT em Lisboa com 20 mil exemplares

Capa Lisbon Gay Circuit 2016.jpg

Novo guia para turistas LGBT reúne 50 parceiros e abrange cinco concelhos da área metropolitana de Lisboa.

 

A nova edição anual do guia Lisbon Gay Circuit, dirigido a turistas LGBT que visitam Lisboa, alcançou as 50 parcerias. Este é o número mais elevado de participantes desde a fundação do projecto em 2013. Calcula-se que cerca de 10 por cento dos turistas que visitam Lisboa pertençam ao segmento LGBT.

O mapa centra-se no Príncipe Real, Bairro Alto e Chiado, bairros habitualmente gay friendly, mas inclui ainda parceiros de São Bento, Arroios, Avenida da Liberdade e Picoas. Além de Lisboa, apresenta sugestões de locais gay ou gayfriendly em Almada, Alcochete, Cascais e Montijo.

“É bastante comum pensar que estabelecimentos gays são apenas os bares e discotecas, mas um turista LGBT em Lisboa interage com múltiplos serviços e se vem de férias a última coisa que precisa de encontrar é discriminação. Os turistas LGBT procuram o que qualquer turista procura em Lisboa: monumentos, hospitalidade, gastronomia, diversão, etc. No entanto, querem ter a certeza que não vão ser mal interpretados num hotel ao pedirem uma cama se casal, ao comprarem roupa para o seu namorado e dizerem-no ao lojista, ao pedirem um tour privado ou se deram as mãos num restaurante”, comenta Vasco Monteiro, co-fundador do projecto.

O guia Lisbon Gay Circuit está disponível em formato de mapa de bolso, tem uma tiragem anual de 20 mil exemplares e é distribuído ao longo do ano em vários locais da capital, principais eventos LGBT, bem como noutras cidades do país e do estrangeiro. Existe ainda a versão online, disponível em www.lisbongaycircuit.com. Editado desde 2013, o Lisbon Gay Circuit tem na capa deste ano o casal João e Jorge, recém-casados que vivem na região de Lisboa. 

4 comentários

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    Anónimo 08.04.2016 12:12

    Luis,
    na margem Sul há 4 bares: Arkádia - Foros de Amora - c/ transformismo 6ª e Sábado - frequentado por mulheres e gerência feminina..., Buddha - Feijó -c/ transformismo 6ª e Sábado - frequentado por mulheres e gerência feminina..., Margem Sul - Almada - c/ transformismo 6ª e Sábado - frequência mista e gerência masculina, Emoções - Caparica - c/ transformismo 6ª e Sábado - frequência mista e gerência masculina.
    A média de idades nestes 4 bares é muito alta...
    Mister Gay é agora uma discoteca Brasileira hetero com o nome Mister Brasil.
    Na margem Sul, não percebo porquê... tudo o que vai abrindo assenta no transformismo. Talvez seja por isso que rapidamente fecham... O pessoal mais novo não gosta deste tipo de bar com transformismo e vai para Lisboa onde em toda a cidade só há transformismo no Finalmente.

    Empresários da noite: ponham os olhos nisto e abram uma discoteca gay sem shows porque há muitos clientes que vão para Lisboa por não gostarem de transformismo.
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    sr. Algarvio 09.04.2016 21:38

    Verdade. Tudo verdade.

    O Algarve é neste momento um dos grandes destinos de praia da Europa à custa da crise dos refugiados, os turistas estão a evitar a Turquia e a Grécia e a preferir Portugal e Espanha, que são destinos mais baratinhos que Itália. E chegam ao Algarve e o que encontram de noite gay? Nadinha. Em Espanha têm muita coisa na costa mediterrânica, têm ainda Sevilha que não fica longe das praias, e na Grécia têm Mykonos. E no Algarve? Repito: nadinha.

    No entanto nos últimos 10 anos houve um corropio de aberturas e encerramentos de casas. E fecharam todas. Pois todas assentaram no transformismo. E as que não o fizeram, estavam muito mal geridas a todos os níveis. Os turistas LGBT chegam aqui e muitos não voltam. Gostam das praias, da comida e da noite. Mas vêm cá para se divertir e não têm nada do que encontram na costa espanhola em Sitges, Marbella, Ibiza ou em Barcelona ou Sevilha.

    E não me venham com a conversa da transfobia. Eu até gosto de um show se for bom, mas é coisa que não quero ver todos os fins-de-semana, pois cansa. E para mim, um artista que é bom tem de cantar, tem de saber cantar e tem de ter cultura musical e umas noções de teatro. Ou alternativamente tem de saber fazer rir o público. O que mais uma vez implica talento, inteligência e cultura. O que houve no Algarve estava a milhas disto. Pôr um homem em cima do palco vestido de mulher a simular uma dança e a abrir e fechar a boca não é show coisíssima nenhuma. É enganar o cliente. Pior. Pôr as mesmas caras todos os fins-de-semana cansa. Não basta o show ser péssimo, senão ter de levar sempre com o mesmo.

    Lá no fundo tenho pena destas pessoas. Tentam convencer-se que podem viver no transformismo e acabam por não ter um emprego, ficam na miséria e por vezes, lamentavelmente, agarram-se à prostituição. Não percebem que Portugal não tem nem nunca terá mercado para um Ru Paul e que o transformismo terá de ser sempre um part-time de sábado à noite. E não percebem também que não têm estaleca para pisar um palco: não sabem cantar, não sabem dançar e não têm qualquer formação em teatro.
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    Anónimo 10.04.2016 04:06

    No ano passado fui num dia ao Pride em Albufeira e fiquei desiludido. Além de ser mais pequeno que o Finalmente e do ambiente não ser diferente do dos bares hetero da Oura e de me parecer que havia pessoal que nem sabia que era um bar gay, espetaram com uma Xenon a fazer umas palhaçadas. A maioria nem percebeu o que se estava a passar e a seguir ao show foi embora.
    No outro dia fui à discoteca Loft em Portimão e mesmo o ambiente sendo mais o de um local gay, qual não é o meu espanto quando aparece a mesma Xenon com as mesmas palhaçadas.
    Para ser franco, se nos sitios onde vou em Lisboa houvesse travestis todos os fins de semana, tinha que mudar de sitios.
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