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Nem na mata se encontram histórias assim

O trabalho sexual deve ser legalizado em Portugal?

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A propósito do 1 de Maio, Dia do Trabalhador, a APDES (Agência Piaget para o Desenvolvimento) voltou a reafirmar a necessidade de reconhecer os direitos e deveres laborais das pessoas que exercem trabalho sexual.

 

A entidade, que desde 2008 trabalha junto dos trabalhadores do sexo, relembra os efeitos nocivos das medidas recentemente adoptadas em França que criminalizam o cliente de sexo pago, seguindo o exemplo da Suécia, Noruega, Islândia e Irlanda do Norte. A APDES, que defende a descriminalização da actividade, considera que os trabalhadores do sexo não podem ser reduzidos à figura de mulher vítima sem voz. “Para além das mulheres, homens e pessoas trans realizam este trabalho numa lógica de trabalho e não de exploração, com horários, preços e condições de exercício definidos. É urgente uma intervenção do Estado que não se fundamente numa óptica moralista e que inclua as vozes das pessoas que estão em contacto directo com esta realidade, a começar pelos/pelas  trabalhadores/as do sexo”, defende.

“Por todo o mundo, grupos de activistas pelos direitos humanos vêm alertar para as consequências negativas da criminalização dos clientes. Esta medida empurra o fenómeno para a marginalidade promovendo situações de violência; fomenta a estigmatização e promove estereótipos na consciência pública acerca dos/as trabalhadores/as do sexo que se vêem obrigados/as a levar uma vida dupla; promove más condições de higiene e segurança no trabalho e obstaculiza a adopção de comportamentos preventivos como, por exemplo, o uso consistente do preservativo”, refere a organização em nota de imprensa.

 

6 comentários

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    Anónimo 05.05.2016 20:38

    A prostituição gay e trans em apartamentos, cá, na Suiça ou em Inglaterra, é uma actividade muiiiiiiiiito lucrativa. Cá, só com um cliente por dia, ganham 50€ e fazem vários - basta consultar os preços nos sites. Conheço uma trans que está na Suiça e já comprou um andar em Portugal, a pronto - é fácil consultar os preços num site Suiço.
    Nos últimos tempos têm rumado muitos para a Suiça e Inglaterra. Trans para a Suiça e meninos para Inglaterra onde arranjam facilmente sugar daddys e conheço pessoalmente 3 casos.
    A prostituição de rua no Conde Redondo tem valores inferiores mas não muito.
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    Filipe 05.05.2016 23:25

    Como profissional de Saúde nunca contactei com casos de prostituição masculina, apenas feminina.

    Acredito que na Suíça seja lucrativo, afinal é um país rico com um salário mínimo elevadíssimo, em torno dos 2000 euros, e onde vão todos os anos muitos milhares de homens ricos de todo o mundo tratar de negócios, e que certamente procurarão acompanhantes de ambos os sexos para terem durante a sua estada.

    Como bi e frequentador ocasional da noite gay, e tendo um grupo de amigos gays ou bis, conheço «histórias» de prostituição masculina ou tenho amigos que já conheceram ou conhecem prostitutos. Os valores que recebem são genericamente baixos, em alguns casos muito baixos, salvo uma excepção de uma pessoa que tem características físicas para ser acompanhante «de luxo». Contudo essa pessoa está neste momento com uma depressão e durante uns meses abandonou a actividade, estando a viver do dinheiro amealhado. Além disso pretende abandonar a profissão assim que tenha poupanças para abrir um negócio próprio fora do ramo do sexo.

    É por conhecer estas histórias, é por contactar com a realidade, e é por leituras que fiz durante o curso que acho isto da «regulamentação» ridículo e perigoso! Muito perigoso! O importante neste momento, o fundamental, é apenas chegar a estas pessoas para fazer acompanhamento psicológico e em termos de tratamento e prevenção das DSTs! Esqueçam a regulamentação!
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    Anónimo 08.05.2016 02:45

    "É por conhecer estas histórias, é por contactar com a realidade, e é por leituras que fiz durante o curso que acho isto da «regulamentação» ridículo e perigoso! Muito perigoso! O importante neste momento, o fundamental, é apenas chegar a estas pessoas para fazer acompanhamento psicológico e em termos de tratamento e prevenção das DSTs! Esqueçam a regulamentação!"
    Continuo à espera que me explique em que é que a regulamentação impede que se faça tudo o resto.
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    Anónimo 08.05.2016 09:17

    Espera sentada porque o Filipe finalmente percebeu que não te deve dar troco.
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    Princesa Anónima 09.05.2016 04:55

    Outro comentário nada pertinente e exclusivamente incendiário que uma bicha misógina resolveu escrever. É misógina porque se refere a outr@ comentador@ no género feminino como se isso fosse um insulto. Procura ainda desviar o assunto quando o tema até estava a ser interessante. Esta bicha misógina devia ter vergonha. E o dezanove também devia ter vergonha por aprovar este tipo de comentários. De analfabetos políticos já estou eu mais que farta.
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