Saltar para: Post [1], Comentar [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Dezanove
A Saber

As notícias de Portugal e do Mundo

A Fazer

Boas ideias para dentro e fora de casa

A Cuidar

As melhores dicas para uma vida ‘cool’ e saudável

A Ver

As imagens e os vídeos do momento

Praia 19

Nem na mata se encontram histórias assim

Publicidade

Orgulho do Porto tem um vídeo que é obrigatório ver (com vídeo)

porto.jpg

A edição deste ano da Marcha do Orgulho LGBT+ do Porto conta com um vídeo de promoção que está a ser um sucesso nas redes sociais. 

O vídeo funciona como uma convocatória para a marcha de Sábado, que tem início às 15h na Praça da República, continuando pelo viaduto Gonçalo Cristóvão, Rua Santa Catarina, Rua Passos Manuel, Avenida dos Aliados, terminando na Praça da Cordoaria.

No final da Marcha, às 18h30 decorre a sessão de intervenção das várias organizações da comissão organizadora da Marcha do Orgulho do Porto, com tradução em língua gestual portuguesa. Segue-se uma festa na Praça da Cordoaria, com música, concerto e show de transformismo. A partir das 23h, decorre uma festa no Trindade Bar.

“Nos últimos 14 anos, a organização da marcha do Orgulho LGBT+ do Porto parte da necessária e ainda urgente homenagem a Gisberta Salce Júnior: todas as pessoas LGBT+ vítimas de crimes de ódio cá e em todo o mundo, antes e depois de Stonewall; todas as pessoas que resistem e sobrevivem a um quotidiano de agressões, violência física, psicológica, social e institucional. O caminho tem sido demasiado longo e injusto, mas não estamos sozinhas”, refere o manifesto da Marcha, que também celebra meio século da revolta de Stonewall em Nova Iorque. “Marsha P. Johnson, mulher negra, trans, bissexual, trabalhadora do sexo, e Sylvia Rivera, mulher trans, filha de imigrantes de Porto Rico e da Venezuela, terão sido as primeiras a atiçar fogo à lei arbitrária e preconceituosa, inaugurando assim uma fase transformadora do movimento LGBT+ enquanto movimento social”. O mesmo documento destaca: “A transfobia continua a matar, sofremos bullying nas escolas, olhares conservadores vigiam as nossas expressões de afecto no espaço público, o azul ainda é para os meninos, o rosa para as meninas. Num país precário que ainda não saiu do armário, deveríamos ser prioridade nas políticas públicas. Sem direito pleno à habitação, cidadania, saúde e educação, não se cumpre o artigo 13º da Constituição da República Portuguesa: Princípio de Igualdade”.

 

Actualizada a 5 de Julho com novo percurso da Marcha. 

Comentar:

CorretorEmoji

Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.

Este blog tem comentários moderados.

Este blog optou por gravar os IPs de quem comenta os seus posts.