Saltar para: Post [1], Comentar [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Dezanove
A Saber

As notícias de Portugal e do Mundo

A Fazer

Boas ideias para dentro e fora de casa

A Cuidar

As melhores dicas para uma vida ‘cool’ e saudável

A Ver

As imagens e os vídeos do momento

Praia 19

Nem na mata se encontram histórias assim

Quem ganhou os Prémios Arco-Íris 2015 da ILGA

ilga.jpg

Os Prémios Arco-íris 2015, uma iniciativa da ILGA Portugal, serão entregues no sábado 9 de Janeiro de 2016 no Maxime Sur Mer, a partir das 21h30, numa cerimónia conduzida por Ricardo Araújo Pereira e que contará com a participação musical de Isaura e Natasha Semmynova. 

Durante a cerimónia, que marcará o início da comemoração dos 20 anos da associação, serão também divulgadas as respostas de candidatos à Presidência da República ao questionário que a ILGA promoveu sobre questões relevantes para a igualdade das pessoas LGBT.
A 13ª edição destes Prémios celebra pessoas e instituições que se distinguiram ao longo do ano de 2015 na luta contra a discriminação em função da orientação sexual e da identidade de género. Fica a par dos vencedores e da justificação da associação.
 

 

Susana Bento Ramos - 'Fronteira da Hipocrisia', Repórter TVI. “Um trabalho exemplar sobre o acesso à inseminação artificial e às demais técnicas de procriação medicamente assistida, uma questão fulcral para a autonomia e para a saúde e os direitos sexuais e reprodutivos de todas as mulheres, citado na própria discussão parlamentar”, refere a ILGA.

 

Gender Trouble - Teatro Municipal Maria Matos. “O ciclo de debates, espectáculos, intervenções artísticas e workshops que trouxe a Lisboa Judith Butler e a reflexão sobre performance, performatividade e política de género”, indica a associação.

 

Lorenzo e Pedro. “O casal gay que, recusando o armário, se tornou um fenómeno do Youube trazendo a sua visibilidade para o espaço público em Lisboa e no Porto, filmando reacções e denunciandTo também o crime de ódio de que foram alvo”, considera a ILGA.

 

Educação e Formação - Associação Nacional de Estudantes de Medicina/Centro Educativo da Bela Vista. “Óptimos exemplos de educação e formação: a saúde no futuro terá profissionais que sabem lidar melhor com as pessoas LGBT porque a ANEM promoveu um trabalho de sensibilização de norte a sul do país; também a justiça fez um trabalho de inclusão ao promover ações de formação sobre identidade de género para, dez anos depois do assassinato de Gisberta Salce Júnior, integrar uma mulher trans no Centro Educativo da Bela Vista”, descreve a associação.

 

'A Tarde É Sua' (TVI) - Fátima Lopes. “O programa que, no horário da tarde, soube chamar a atenção para questões que precisam de visibilidade, como a necessidade de acesso a cuidados de saúde competentes para pessoas trans ou a questão da discriminação no acesso às técnicas de procriação medicamente assistida e na adopção.”

 

Maria Capaz / Capazes. “A plataforma online que deu um novo impulso à palavra 'feminista' e que deu espaço e impacto às vozes de muitas mulheres, aliando sempre a luta contra a discriminação das pessoas LGBT à luta pela igualdade de género”, aponta a ILGA.

 

6 comentários

  • Sem imagem de perfil

    João Machado 06.01.2016 12:57

    Caros, Lorenzo e Pedro queria fazer uma correção no comentário deste anónimo: MUITOS PARABÉNS! OBRIGADO! MERECEM ESTE E TODOS OS OUTROS PRÉMIOS!

  • Sem imagem de perfil

    Anónimo 06.01.2016 19:41

    Caro "não-anónimo", o seu comentário em que procura silenciar outro comentador que denuncia a invisibilidade trans é insultuoso. Você não passa de mais um de muitos a querer o protagonismo todo para si.
  • Sem imagem de perfil

    gftr54 13.01.2016 17:00

    Oh Júlia, ainda não teve protagonismo que chegasse com aquela história inventada que estava no 2º lugar da lista de Setúbal? Estava no 8º, sem nenhuma possibilidade de ser eleita, mas como isso não dava notícia, alguém ajeitou um bocadinho a coisa, não? Queria que a ILGA, que não atribui prémios a outras associações (e ainda bem!), lhe fizesse subir um bocadinho mais esse ego?
    Ou também me vai dizer que a estou a tentar silenciar? Não lhe dar o que exige não é silenciar, é simplesmente não ceder à birra. Procure trabalhar em vez dos holofotes, isso é que é preciso...
  • Sem imagem de perfil

    Junos 15.01.2016 17:32

    Não é a Julia, sou mesmo eu, carx gftr54 (esqueci-me de assinar, no comentário original), mas é giro ver que já criou a categoria de "pessoa trans maluca que inventa a sua opressão" para colocar qualquer pessoa que discorde de si lá dentro. Tem caixas para feminazis também? Para negros racistas? Para esquerdalha subsidio-dependente? Assim deve ser fácil argumentar, só tem de dizer "eu acho que [elemento de opressão] não existe."
    "Invisibilidade e silenciamento de pessoas trans não existe. Se sou trans? Não. Mas sei destas coisas" = "O tratamento para o cancro até é agradável, que não se queixem. Se alguma vez tive cancro? Não. Mas sei destas coisas."
    Olhó cisplaining frequinho.
    (btw, repare o "por exemplo" presente no meu comentário original. O Lorenzo e Pedro, os bastiões da cultura GGGG (brancos, "bonitos", hypersexuais, interesse superficial no activismo) são o que mais recebe prémios e tempo de antena. Activistas nas restantes letras de LGBTQIA+, as pessoas que de facto fazem algo... esses pouco recebem.
    Mas desculpe, como bem explicou, o silenciamento de pessoas trans não existe. Silly me.)
  • Sem imagem de perfil

    gftr54 28.01.2016 03:06

    Desculpe, mas... lol?

    Se não é a Júlia, olhe que parece :-)
    Como deve ter conseguido perceber, embora faça de conta que não, isto não tem nada a ver com causas ou invisibilizações. A Júlia não é uma causa, e se calhar nem é sequer alguém em que as pessoas por quem diz falar se revêem. Seria natural, porque parece mesmo procurar o protagonismo a todo gás, com muito pouco trabalho sério pelo meio. Tanto que se outra associação, que, repito, não premeia associações (passou-lhe ao lado?), não lho dá, a Júlia, que parece achar-se uma dádiva divina, ou pelo menos os minions dela, fazem logo escarcéu/chantagem identitária. Que tristeza. Cresça(m) e apareça(m).
  • Comentar:

    Mais

    Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.

    Este blog tem comentários moderados.

    Este blog optou por gravar os IPs de quem comenta os seus posts.