Viver fora da norma dominante é, muitas vezes, caminhar sobre o fio da navalha. Para muitas pessoas LGBTQIA+, esse fio não é apenas simbólico — é real, cortante e diário. E corta mais fundo quando os discursos políticos e religiosos, em vez de promoverem acolhimento, alimentam estigmas que adoecem, isolam e ferem.
Mariann Edgar Budde tem 65 anos e é a primeira mulher a ser líder da Igreja Episcopal de Washington. No Verão passado, a paróquia anunciou que estava a planear um serviço religioso para quem vencesse as presidenciais de 2024. Independentemente de quem vencesse — Kamala Harris ou Donald Trump. Apesar do anunciado pela paróquia, Mariann Edgar Budde sempre se mostrou defensora das minorias, tendo escrito um artigo de opinião para a revista The New York Times, em 2020, expressando o seu descontentamento e desagrado, face à forma como Donald Trump utiliza e deturpa a Bíblia, de forma a justificar as suas ideias racistas e homofóbicas.
São Sebastião. Jan van Scorel, 1542, óleo sobre tela. Museu Boijmans Van Beuningen (Roterdão, Holanda)
A imagem do mártir São Sebastião é das que mais existem nas igrejas portuguesa, em pinturas e em esculturas, e em algumas vilas e aldeias portuguesas há mesmo festas em honra do mártir São Sebastião. Dentro das igrejas está representado como santo, mas pouca gente sabe que ele é o padroeiro dos gays. Isso não significa que ele fosse gay, provavelmente não o era, mas os gays fizeram dele o seu padroeiro.
O novo livro de Victor Correia promete trazer muitas revelações e fazer correr muita tinta sobre o livro mais vendido e lido do mundo. A Bíblia é invocada, por muitos, como base da regulação da sexualidade. Mas que Que histórias nos conta verdadeiramente a Bíblia?
Amar e incluir. Este parece ser o lema da Igreja da Comunidade Metropolitana (ICM), uma denominação cristã protestante inclusiva, progressista e afirmativa das diversidades, que está a implantar-se em Lisboa.
“Amigos com Benefícios”, é uma comédia familiar divertida, escrita por John Borg, protagonizada por Sofia Alves e que conta ainda com Diogo Lopes e Filipe Matos no elenco.
Assistimos esta semana por parte da Santa Sé à revelação de um novo documento que vem mudar em 180 graus a vida de qualquer membro da comunidade LGBTQIA+.
Numa entrevista a uma revista espanhola o Papa Francisco afirmou que as pessoas trans [como devem ser referidas] são “filhos de Deus”. A entrevista foi concedida antes da Jornada Mundial da Juventude, mas só foi agora revelada.
A revista Visão noticia que esta tarde um grupo de católicos invadiu uma eucaristia direccionada para a comunidade LGBTQIA+ que decorria na igreja da Ameixoeira, em Lisboa.
Um curto vídeo com cerca de 30 segundos a mostrar uma bandeira LGBTIQA+ tornou-se viral no Twitter (agora X) no primeiro dia da Jornada Mundial da Juventude (JMJ). No vídeo vêem-se vários participantes a manifestarem-se contra o facto de um outro participante da JMJ estar a empunhar uma bandeira LGBTQIA+.
No dia 17 de Junho, enquanto milhares de pessoas se organizavam para dar início à Marcha do Orgulho de Lisboa, um conjunto de fiéis da igreja Cidade de Refúgio distribuía panfletos para divulgar este espaço inclusivo.
A marcha arco-íris de Lisboa juntou cerca de 30mil pessoas, ao passo que a de Évora contou com, sensivelmente, 350 presenças, tendo sido a primeira iniciativa do género, na capital do Alentejo Central, contudo, a situação que chamou mais a nossa atenção foi a vandalização da exposição "Missiva de Amor e Ódio".
«Não é crime, mas é pecado», foram as palavras do Papa Francisco, há poucas semanas – um alerta para que se descriminalize a homossexualidade embora se continue a barrar o acesso ao casamento e a outros sacramentos.
O catolicismo estimulou sempre o anti-semitismo que nunca foi apenas alemão. Na Europa em geral, os judeus eram discriminados desde que o cristianismo se tornou a religião do Estado, e pelas medidas tomadas por bispos cristãos durante séculos.
Um documentário lançado pelos estúdios ABC, disponível na Disney+, acompanha a vida de Lena e Sal, duas mulheres com quatro e três crianças, respectivamente, fruto de casamentos anteriores, com homens que também pertenciam à igreja mórmon. Depois de se conhecerem, perceberam que nunca tinham questionado a sua orientação sexual e que existia uma reciprocidade na atracção que sentiam.
O livro “Toda a gente nesta sala um dia há de morrer” retrata a história de Gilda, uma jovem lésbica e ateia que, por obra do acaso, vai trabalhar como rececionista de uma igreja católica. Tinha lá ido devido a um anúncio que oferecia serviços grátis na área da saúde mental mas acaba por ser contratada para substituir Grace, a anterior recepcionista, que falecera recentemente.
O Movimento Sopro pode ser definido como um conjunto de pessoas católicas, cuja principal missão é a de criar pontes entre a comunidade LGBTQIA+ (incluindo amigues e família) e a Igreja Católica Portuguesa. O dezanove.pt falou com Bárbara Gardete, um dos membros da equipa de coordenação.