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Nem na mata se encontram histórias assim

Trans portuguesa detida no Dubai “por estar disfarçada de mulher”

 

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Um tribunal do Dubai ordenou a detenção de duas mulheres transexuais, umas portugueses a outra espanhola, por estarem “disfarçadas de mulheres e por entrarem num lugar restrito apenas a mulheres.

A denúncia partiu da Amnistia Internacional que refere que a portuguesa Sofia Janeiro (18 anos) e a espanhola Alesandra Chanel (36 anos) foram condenadas a 19 de Fevereiro em tribunal a pagar dois mil dirhams (cerca de 480 euros). Por não terem pago essa quantia, foram detidas na Prisão Central do Dubai. A Amnistia, avança o diário espanhol 20 Minutos, pede agora a intervenção rápida dos governos dos dois países ibéricos.

A detenção ocorreu numa estação de metro a 22 de Janeiro, quando estavam de volta ao seu hotel depois de irem fazer compras a um centro comercial do Dubai. Uma pessoa acusou-as então de terem entrado numa casa de banho para mulheres. Segundo a Amnistia Internacional, tanto Alesandra como Sofia, refutam essa acusação. No Dubai está prevista uma pena de prisão até um ano e uma multa para “qualquer homem disfarçado com roupa de mulher que entre num lugar autorizado apenas a mulheres”. Apesar de se identificarem como mulheres, os passaportes de Alesandra e Sofia continuam a apresentá-las como sendo do sexo masculino.

4 comentários

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    Alexandre 24.02.2015 14:53

    Eu, quando escolho o próximo destino das minhas férias, sempre excluo os países muçulmanos em primeiro lugar. Porque sei que não poderei passar descontraidamente as minhas férias e sempre devo ficar atento. Sem dúvida, elas são cidadãs europeias e deveriam ser resgatadas o mais breve possível. A triste realidade homofóbica dos países europeus não se compara com a gritante homofobia que existe nos países muçulmanos. Quando nalgumas praias australianas existem avisos para não entrar na água, porque nessas águas existem tubarões, mesmo assim encontram-se as pessoas que queiram aventurar nessa águas e, às vezes, perdem os braços ou pernas ou até morrem de ataques de tubarões. São culpadas essas pessoas? Claro que são! Porque foram avisadas. Aqui é a mesma coisa. Basta abrir Internet e em 5 minutos encontrar todos os avisos para turistas que se aventurem passar férias nos países muçulmanos, mas desrespeitando os avisos vão na mesma e, descontraidamente, vão a WC do Centro Comercial rodeados de tubarões...
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    Junos 24.02.2015 18:50

    Infelizmente não podemos convencer tubarões para deixarem de atacar pessoas. Mas podemos convencer outras pessoas.
    A resposta correcta à noticia é "malditos homofóbicos", não "maldita gente que se põe em perigo". A culpa aqui é dos homofóbicos, não de quem está presa.
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    Filipe 25.02.2015 06:52

    Mas não somos nós que vamos mudar a mentalidade desses países. Portanto nada de romantismos e utopias. A mudança terá de partir de dentro, das populações locais.

    O melhor que podemos fazer é não comprar nada que seja importado de lá nem pôr lá os pés.

    E a hipocrisia é muita. Os ricos do mundo árabe andam na noite gay de Paris e de Londres, mas os homossexuais e bissexuais da «plebe» sofrem por vezes com a pena de morte.

    A melhor coisa que podemos fazer neste momento é continuar a lutar pelos direitos humanos cá no Ocidente. Não podemos esquecer a ameaça russa...
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